rndc usa-se para controlar (local ou remotamente)
o servidor de nomes (named), e.g., para carregar uma
configuração actualizada (rndc reload) ou para limpar a cache
(rndc flush). rndc e o named. Pode
gerar uma nova chave usando o seguinte comando:rndc-confgen -a -b 384 -k rndc-keyEste comando cria (ou modifica) o ficheiro
/etc/rndc.key,
com a definição de uma chave com o seguinte aspecto:
key "rndc-key" {
algorithm hmac-md5;
secret "TqeiABSAEUqqREJhDDkHrcMK9o7mnNihXEbMAW/dBSU=";
};
Se o ficheiro /etc/rndc.conf existir, certifique-se de que
não contém a definição dessa chave (se contiver, apague-a) mas inclui
o /etc/rndc.key. Exemplo de configuração:
include "/etc/rndc.key";
options {
default-server localhost;
default-key rndc-key;
};
Faça o mesmo em relação ao ficheiro /etc/named.conf,
certificando-se ainda de que a secção controls está
configurada para usar a chave definida, e.g.:
include "/etc/rndc.key";
controls {
inet 127.0.0.1 port 953
allow { 127.0.0.1; } keys { rndc-key; };
};
Altere o grupo e as permissões do ficheiro com a chave usandochgrp named rndc.key chmod 640 rndc.key
named.conf e os ficheiros de zona
estão correctos pode utilizar, respectivamente,
named-checkconf e
named-checkzone zone file,
onde file é o pathname do ficheiro de zona.
Faça sempre estes testes antes de pôr o serviço
a correr.
rndc reload
para as activar, verifique nos logs que não ocorreram erros.
host ou
dig. Normalmente, o servidor a consultar é o indicado
no ficheiro /etc/resolv.conf, que é actualizado ao obter
endereços por DHCP. Se quisermos usar outro servidor (e.g.,
172.16.0.2), podemos especificá-lo na linha de comando:host www.dcc.fc.up.pt 172.16.0.2
dig @172.16.0.2 www.dcc.fc.up.pt
named.conf as opções
listen-on e allow-query.
No emulador de rede GNS3 dentro da VM a correr no sistema de virtualização deve configurar a rede da seguinte figura segundo as indicações dadas abaixo:

ficheiro com o
projecto, guarde-o no directório
~ar/GNS3/projects/trab4, e depois abra-o no GNS3.debug ip dhcp server packet em R1 para descobrir o
client identifier que cada uma das máquinas envia e altere a
configuração das pools DHCP em conformidade.
named.conf dos
servidores DNS o DNSSEC e o EDNS. Para tal, inclua as seguintes declarações na cláusula options:
dnssec-enable no;
dnssec-validation no;
dnssec-lookaside no;
e a seguinte linha no top-level do ficheiro (i.e., fora de qualquer cláusula):
server 0.0.0.0/0 { edns no; };
host -t mx dept.admredes.pt.
(outRes)rndc flush) e
inicie uma captura wireshark.
Em term1, tente descobrir o servidor de email do domínio
admredes.pt. Explique o que se passou. (capRes + texRes)
dig para
resolver o nome www.jn.pt.
no ip nat inside source list 2 interface FastEthernet2/0 overload ip nat inside source static network 172.16.0.0 192.168.80.0 /24 no-alias no-payload
host router.admredes.pt. 192.168.80.2
(outRes)
named, apague os ficheiros slave,
volte a iniciar o serviço named e repita esta alínea.
tcpdump -i any -w askslave.pcap port 53 & e depois
copie o ficheiro
askslave.pcap para a VM onde está a correr o GNS3
e use o Wireshark para o abrir).
Teste a nova configuração descobrindo o servidor de email de
dept.admredes.pt a partir de dns.admredes.pt. (capRes)
".", do tipo hint,
necessita dum ficheiro (normalmente chamado named.ca).
Observe o conteúdo desse ficheiro e explique a sua função.
(texRes)